Hoje o dia começou pequeno e terminou ENORME. Bem, na verdade, o dia começou sábado, na madrugada de domingo. Dia do aniversário de um pequenino muito querido da SR. Como sempre, os imprevistos, e por isso, quase não chego. Mas chegamos, em três, e a carruagem não virou abóbora. O sorrisinho de dentinhos de leite do garotinho de 7 anos nos fizeram rir e ter a certeza de que sair de casa depois das 23h só para entregar uma caixinha de presente VALE A PENA. Ainda mais se o pequeno presente vier acompanhado daquele ingrediente que move toda e qualquer engrenagem: AMOR.
Mas, domingo era dia de outro pequeno. Um pequeno de 11 anos. Aquele que me " achou" no caminho da escola, com aquela blusa do Dia do Autismo. Parabéns pra você também, meu lindo! Papai e mamãe reservaram o dia para ele, com direito a mimos e Mc Donalds. De longe eu fico desejando tudo de bom para os três, família especial.
Hoje, o bate-papo foi tranquilo. Falar de teoria e prática, de prováveis problemas e possíveis soluções.
Realidade de quem espera o melhor, mesmo que esse melhor demore um pouquinho a chegar. Mesmo que às vezes o "calor" das emoções não deixe enxergar que é possível (re) encontrar pessoas que compartilhem dos seus (modestos) ideais.
Livros sobre autismo e afins, cadernos, apostilas, anotações, lembranças e registros vão sendo entrelaçados. Mais um planejamento. Aí, Jr, o marido vulgo PHP (vide analista de sistemas) me aplica uma super sabotagem: os vídeos dos anos 80 gritam na tela do computador. A viagem é longa: começa com New Kids on the Block, passa por Back Street Boys, Menudo, Rá Tim Bum, A velha a fiar, Mãos Mágicas e tantos outros.
O dia de repente fica enorme...

