Ouvi, me vi, guardei no tempo. Ficou lá. Talvez porque fale demais, e nem sempre seja possível dizer. Mas hoje, elas saíram do app. Aliás, música é o que não falta. As mais coloridas.
Passageiro, sem querer, acabou sendo. Nem era.
É sobre as novas músicas que são tão bonitas quanto as antigas. Sobre as novas histórias que elas contam.
Sobre as palavras que dizem: você está viva, apesar de.
Dançaria nessas palavras... até cansar, e depois de descansar, cansaria novamente.
Estou naquele lugar onde guardo os sonhos; onde mora um sorriso sem fim, no fim.
É, se a vida bate forte, eu fico tonto, eu perco o ponto...
Quem lê vai rir ou vai chorar, não cabe a mim.
Passageiro
Quantas vezes eu não fui o último a fechar a porta?
Quantas vezes, cansado, eu mal cheguei e já dei meia volta?
Quantas vezes o mundo me tirou o doce da mão, sorrindo?
Quantas vezes, mesmo sujo, eu acabei jogando limpo?
É, se a vida bate forte
Eu fico tonto, eu perco o ponto
Aonde é que eu vou parar?
Eu sou passageiro
E o meu roteiro
É um drama sem fim
Uma comédia ou algo assim
Quem lê, vai rir
Ou vai chorar
Não cabe a mim.
Para os meus (nem tão) pequenos da Sala de Recursos.
Essa música me lembra a Larissa pequenina, os dias com Vila Sésamo, Os Sete Monstrinhos, Cocoricó, Tooth&Puddle. Sempre no meio dos meus livros e trabalhos da faculdade, conversando, contando histórias, cantando Tom, Vinícius, Toquinho...
Lembra também meus queridos alunos Diogo e Eduardo. Cantávamos juntos batucando na mesa antes de iniciarmos as atividades.