É você que tem Os olhos tão gigantes E a boca tão gostosa Eu não vou aguentar
Senta aqui do lado E tira logo a roupa E esquece o que não importa Nem vamos conversar
Olha bem, mulher Eu vou te ser sincero Quero te ver de branco Quero te ver no altar
Não tem medo, não Eu sei, vai dar errado A gente fica longe E volta a namorar depois
Olha bem, mulher (olha bem, mulher) Eu vou te ser sincero Eu tô com uma vontade danada De te entregar todos beijos que eu não te dei E eu tô com uma saudade apertada De ir dormir bem cansado E de acordar do teu lado pra te dizer Que eu te amo
Que eu te amo demais Olha bem, mulher Eu vou te ser sincero Quero te ver de branco Quero te ver no altar
Não tem medo, não A gente fica longe A gente até se esconde E volta a namorar depois
Que é você que tem (é você que tem) Os olhos tão gigantes E a boca tão gostosa Eu não vou aguentar
Olha bem, mulher Eu vou te ser sincero Eu tô com uma vontade danada De te entregar todos os beijos que eu não te dei E eu tô com uma saudade apertada De ir dormir bem cansado E de acordar do teu lado pra te dizer Que eu te amo Que eu te amo demais
Eu tô com uma vontade danada De te entregar todos os beijos que eu não te dei E eu tô com uma saudade apertada De ir dormir bem cansado E de acordar do teu lado Pra te dizer que eu te amo Que eu te amo demais 💓
Eu, aos 15-16 anos, me inscrevo no festival de poesia da escola. Estou assistindo o ensaio. O casal que apresenta o festival ensaia Gente Humilde. Cantam lindo, e eu, canto junto, na plateia, sentindo aquela alegria de estar em casa (minha escola), escrevendo e participando com a minha "poesinhazinha". Datilografando Gente Humilde, eternizo o momento. Não gosto da blusa, dos sapatos, quero escrever, porém, odeio declamar, assim, sempre visceral. Modifico a poesia em cima da hora para homenagear meu avô que havia partido recentemente. E tudo ficou mais lindo, por causa do amor. 1996.
E eu que creio peço a Deus por minha gente... que vontade de viver e sorrir muito mais!
Tiago Nacarato, cantando Gente Humilde. Já vi e ouvi de perto. Agora, com Cainã Cavalcanti. A língua mais bela de todas, com seus sotaques, variedades, vogais a menos e a mais, em uníssono na sua paixão. Salve!