quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Não tenho conseguido escrever. Reverti algumas (muitas) postagens, pois são especiais. Mas não ficarão guardadas para sempre. Qualquer dia, qualquer hora... reposto.

Ainda estou no modo "rascunho". Então, vou encontrando (e reencontrando) as músicas que inspiram para que as cores não se apaguem. 
Mais edito do que escrevo. Penso mais do que falo.

2021 está sendo tão complexo quanto 2020. Rascunhos à parte, estou relendo capítulos da história. Espero que consiga reescrevê-los de uma forma mais bonita. 
Me sinto caminhando com pernas amarradas num mundo que exige respostas rápidas, prontas, que espera um comportamento padrão. Não me encaixo  mais neste formato de agradar a todos e desagradar a mim mesma. Sensatez. Viver, sempre o mais importante. Bom senso.

Estou cansada (e com sono, acertando o relógio), mas feliz, porque o sorriso nunca dorme, apesar de tudo. 


Estamos chegando em outubro. Minha vida gira ao redor de junho/julho, outubro/novembro. As datas especiais, os aniversários, até a poesia: Vinícius faz parte deste mês tão marcante.

Preciso manter o equilíbrio e sobreviver às lembranças. Meu pai, que tanta falta me faz... chegou e partiu em outubro. Refaço os caminhos de toda a vida. Todos os dias.

Outubro tem mais saudade e mais vontade de ficar perto. Tem também o "agridoce". 
Tem o cheiro que é azul. 
E eu abraço de longe. A saudade, a preocupação, o carinho. Perguntas (às vezes) sem respostas.

Tempo. 

Preciso escrever.
Escrever me traz de volta. 
Onde estou agora?








Nenhum comentário:

Postar um comentário