No ir e vir do dia, a falsa alegria do carnaval (sem carnaval) contrasta com as notícias cruéis dos noticiários envolvidos na guerra pela maior e melhor cobertura. Nesse mesmo ir e vir, vejo pessoas que se divertem assistindo o caos. E ainda outras que se alimentam das notícias, talvez por curiosidade ou medo.
O batuque e a festa que aguardem o tempo de ser.
A pandemia não chegou ao fim. Estamos contando as perdas, agradecendo por aqueles que sobreviveram; e agora, mais um rastro de vidas perdidas.
A dor está perto de nós, todos os dias. Guerras, gente faminta, de pão e de espírito.
Não faltam motivos para orar. Mais empatia.
Crer.
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