O que me inquieta também me encanta... Educação, mundo aspie, poesia e afins. Não necessariamente NESSA ordem.
quinta-feira, 24 de junho de 2021
Pausa nos afins 2
quarta-feira, 23 de junho de 2021
Acervo Digital Vinicius de Moraes
"E a coisa mais divina que há no mundo
É viver cada segundo como nunca mais."
quinta-feira, 10 de junho de 2021
Gaivota (Gilberto Gil, 1976)
Voando no sonho
D'aguas da lagoa
Que o vento segura
Voa numa boa
Ficou longe a terra
Gaivota menina
Que o alento segura
Voa numa boa
Eu te quero, e se fosse o caso, quereria mais ainda
Ser, eu mesmo, gaivota sobre mim
Sobrevoar meus temores, meus amores
E alcançar o alto, alto, o mais alto dos teus sonhos
Dos teus sonhos de subir
Gaivota menina
Pousa perto de mim...
domingo, 23 de maio de 2021
Explodir (Rubel)
sábado, 22 de maio de 2021
Foi por causa do Rubel (eu sei que é Rúbel, não Rubél)
Os afins tomaram conta dos dias da pandemia. Poesia também.
Depois que o home office trouxe o trabalho para dentro de nós, invadindo as horas, os dias viram noite, que viram dia, que viram noite. E se você não cuidar, as horas se tornam improdutivas; a ansiedade consome de forma agressiva o processo criativo e a parte principal da engrenagem que faz mover essa modalidade de trabalho: a pessoa.
O trabalho, o emprego, geram renda, que consequentemente proporciona o alimento para o corpo. Independente de oportunizar satisfação ou não, é um meio de subsistência. A arte proporciona a paga para a alma, o alimento para o coração. E a poesia, velha amiga e companheira, unida a música faz companhia. Ajuda a passar o tempo, a curar dores, casquinha no joelho sai no mês que vem (Rubel).
Para mim, o achado na quarentena. Conheci Rubel na trilha da novela Éramos Seis (que é baseada no romance de Maria José Dupré). Fui procurar. Tive aquela sensação de "não te conheço, mas já gostei de ti". Partilhar veio em seguida, não conhecia. Outra epifania.
A porta estava aberta para Pearl e Casas. Uma de cada vez. E tem que ouvir as músicas com o que eu chamo de interlúdio (aqueles trechinhos que introduzem, que alegram, que anunciam). Cachorro, Casquinha, Pinguim, Sapato, Batuque, Mantra, Explodir, Fogueira, Partilhar, Quando bate aquela saudade, Ben, Máscaras. Todas tão minhas que até faz bater aquela vontade de escrever para o Rubel e falar, "Oi, menino! Você conseguiu o queria: alcançar diferentes classes, idades, gêneros... to aqui".
A melodia doce, um violão, os instrumentos que cortam como as palavras, o sentimento, que é genuíno, pois as letras falam daquilo que não podemos fugir, de viver. Porque a vida só se dá pra quem se deu. E viver é melhor que ser feliz.
Vejo Vinícius (o de Moraes) no Rubel. Vejo e ouço. Mas vejo tantos outros no Rubel e o principal, a identidade, ele próprio. Acho (mas só acho) que Rubel me faz sair pela primeira vez da zona de conforto, a playlist de uma vida para aquilo que chamam de "a nova MPB" e que humildemente para mim é simplesmente MPB, ou melhor, música que gosto de ouvir enquanto estou vivendo; as noites viram dia, que viram noite, que viram dias de reflexão sobre as cores e como tenho dito nas conversas, é o melhor tempero, o agridoce para a vida.
Não esquece de ser dura e forte
Não esquece de olhar pra Marte
Não esquece de fazer tua arte
Não esquece de esquecer
O que tem que se esquecer"
(Rubel)
segunda-feira, 17 de maio de 2021
E por falar em saudade (1)
quarta-feira, 12 de maio de 2021
Que dia é hoje?
sexta-feira, 7 de maio de 2021
"Saudade existe para quem sabe ter..."
Faz um bom tempo que não escrevo. Ou melhor, escrevo e não posto. As mensagens dormem: aguardam possíveis edições, começam a acumular, ficam aqui perdidas e restritas ao meu acesso. Leio, acrescento duas ou três palavras, edito mais um pouco, salvo.
Aos poucos irei aparar as arestas das palavras.
O que é engraçado, pois as "muitas Nessas" me assustam um pouco.
Muita coisa aconteceu em 2020 e lendo o que não foi postado vejo o
quanto foi arrancado e o outro tanto que não vai sair nunca de dentro. Aquilo
que nasce e que fica eterno.
"Sou água de rio que vai para o mar..."
Que é e não deixa de ser, a essência que fica. Mesmo as palavras não ditas são sentidas.
Como tem sido bom sorrir, sorrir junto, sorrir para o ato terapêutico. Sorrir sem compromisso, "sem plateia, sem obrigação de".
Escrevo de novo, de novo, de novo... a vontade de voltar a partilhar.
A cada dia , uma certeza,
"Saudade existe para quem sabe ter
É a verdade que me faz viver..."
terça-feira, 12 de setembro de 2017
Eu quero a do mundo real
Ele estava se referindo à atriz Letícia Colin... s2
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
O retorno de Jedi (da Astrônoma com formação em homo sapiens)
(...) Aí alguém me pergunta algo sobre TGD, ou melhor, sobre TEA (as nomenclaturas mudam). Me dou conta que o BORBOLETA ASPIE está ABANDONADO!
2016 foi um ano (está sendo ainda) de mudanças, crescimento e muitas realizações. Um ano de escolhas, de encontro no sentido de me preocupar mais comigo mesma do que com os rótulos. Um ano de abraços intensos, de saudades mais intensas, de (re) encontrar amigos no tal caminho e de contabilizar na ponta do lápis o fruto de anos de trabalho.
domingo, 16 de novembro de 2014
O azul, tão azul...
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Eu quero ter um MILHÃO de amigo(s)...
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| Flor do cupuaçu* |
E à mamãe dessas crianças, somente aplausos...
O velho milho, o velho amigo. Emílio Luiz Pedroso Araújo.
